artista

Januário Jano

Nasceu em Angola, em 1979.
Vive e trabalha em Luanda / Angola e em Londres / Reino Unido.

Musseke,
2017

« A pesquisa é central na minha prática artística. Estou interessado em explorar ideias do meu espaço e da minha individualidade, refletindo sobre a minha criação e sobre a esfera cultural globalizada.

Seduz-me o paralelo entre ficção e realidade, presente na ambivalência do meu trabalho, que cria uma interseção que permite explorar os sujeitos em torno do corpo e da sua representação, que ocorrem dentro de uma dimensão progressivamente mais globalizada e transcultural, permitindo-me trabalhar com escultura, têxtil, performance, som, vídeo, fotografia e instalações. »

Januario Jano

Exposições

  • Project Gallery of Small Things for Dak’art

    Curadoria de Bisi Silva, Dakar, Senegal
    2018

  • Luanda Triennial

    Organizado por Sindika Dokolo Foundation, Luanda, Angola
    2017

  • St. JORGE ISLAND

    Curadoria de Paula Nascimento e Stefano Rabolli Pansera, Luanda, Milão, Lisboa, Londres, Porto
    2014

  • MOVING AFRICA

    Projeto do Goethe Institute para Doual’art, Douala, Camarões
    2013

  • Luuanda

    Curadoria de Suzana Sousa, Paula Nascimento, Hangar CIA, Lisboa, Portugal
    2017

  • UNORTHODOX

    Curadoria de Jens Hoffman e Kelly Taxter, The Jewish Museum, Nova Iorque, EUA
    2015

  • AFRICA NOW BY DESIGN INDABA

    Curadoria de Paula Nascimento e Stefano Rabolli Pansera, Cidade do Cabo, África do Sul
    2014

Musseke,
2017

Januário Jano explora noções opostas da cultura pop moderna e práticas tradicionais, através de performance, fotografia e têxtil. Os meios escolhidos são parte de um vocabulário mais articulado, utilizado pelo artista para criar a sua própria gramática: o material define, desde o início, o resultado do trabalho, estética e narrativamente.



Musseke,
2017





O corpo desempenha um papel central como motivo principal e abre o caminho para a ligação entre o presente e o passado para construir uma narrativa histórica. Viver entre Lisboa, Londres e Luanda – três cidades totalmente diferentes, que me permitem perceber num relance o passado, o presente e o futuro – tem um efeito direto, porque cada lugar nos oferece inspirações diferentes: Luanda é a pátria e é funcional para obter tudo o que precisa para desenvolver as narrativas e para explorar uma conexão física, emocional e racional; Londres e Lisboa dão-lhe ritmo para fazer coisas e alimentam-no com ideias e influências diferentes.


Mponda,
2017
Ilundu (1/24),
2017